sexta-feira, 15 de novembro de 2013

a Educação nos séculos XVIII e XIX. Concepções liberais do século XX. Crítica a escola


Chiquinha Gonzaga

Foi compositora, pianista e regente brasileira.

Biografia de Chiquinha Gonzaga:

Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi compositora, pianista e regente brasileira. Primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Autora da primeira marchinha de carnaval "Ó abre alas". Desde criança mostrou interesse pela música. Dedicou-se ao piano e compôs valsas e polcas. Separada do marido, dava aulas de piano e apresentava-se com o conjunto Choro Carioca, em festas domésticas, tocando piano. Seu primeiro sucesso, com 29 anos, foi à composição "Atraente", um animado choro. Dedicou-se a musicar peças para o Teatro de Revista, sofrendo preconceitos, mas finalmente inicia sua carreira de maestrina com a revista "A corte na roça". Sua música faz grande sucesso e recebe vários convites de trabalho. Sua carreira ganha prestígio com a marcha-rancho "Ó abre alas" feita para o carnaval de 1899.

A peça de teatro "Forrobodó", musicada por Chiquinha Gonzaga, e apresentada em um bairro pobre do Rio de Janeiro, torna-se um sucesso, atingindo 1500 apresentações. As músicas são cantadas por toda cidade. "Forrobodó" torna-se o maior sucesso teatral de Chiquinha e um dos maiores do Teatro de Revista do Brasil.

Chiquinha Gonzaga lutou pelos direitos autorais, depois de encontrar em Berlim, várias partituras sua, reproduzida sem autorização. É fundadora, sócia e patrona da SBAT - Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, ocupando a cadeira nº 1.

Francisca Edwiges Neves Gonzaga (1847-1935) ficou conhecida como Chiquinha Gonzaga. Nasceu no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro. Filha de José Basileu Alves Gonzaga, primeiro-tenente, de família ilustre do Império, e Rosa Maria Lima, mestiça e pobre. Apesar da família de José Basileu não ter grandes condições financeiras, Chiquinha Gonzaga recebeu a mesma educação dada às crianças burguesas da época. Estudou português, cálculo, inglês e religião com o Cônego Trindade e música com o Maestro Lobo.

Em 1863, com dezesseis anos, seguindo as exigências do seu pai, Chiquinha Gonzaga casa-se com Jacinto Ribeiro do Amaral, um jovem e rico oficial da Marinha, oito anos mais velho que ela. Em 1864 nasce seu filho João Gualberto e em 1865 nasce Maria do Patrocínio. Chiquinha, de gênio forte e decidida, continua sua dedicação ao piano, compondo valsas e polcas, para desagrado do marido.

Em 1866, Chiquinha Gonzaga é obrigada pelo marido, coproprietário de um navio e Comandante da Marinha Mercante, a acompanhá-lo no transporte de escravos, armas e soldados para a Guerra do Paraguai. Insatisfeita com a situação, pois as ordens do marido era que ela não se envolvesse com música, Chiquinha volta com o filho para a casa de seus pais, onde havia ficado sua filha Maria. Não tendo apoio da família e descobrindo que está grávida volta a viver com seu marido. Em 1867 nasce seu terceiro filho Hilário. O casamento durou pouco tempo.

Após a separação, Chiquinha passa a viver com o Engenheiro João Batista de Carvalho Júnior. Levando seu filho João Gualberto, o casal vai morar em Minas Gerais. Em 24 de agosto de 1876 nasce Alice, filha do casal. Pouco depois com ciúme do marido, Chiquinha volta para o Rio de Janeiro, com seu filho João Gualberto, deixando Alice com o pai.

Chiquinha volta a viver da música. Dava aulas de piano e obteve grande sucesso, compondo polcas, valsas, tangos e cançonetas. Ao mesmo tempo, juntou-se a um grupo de músicos de choro. Foi à necessidade de adaptar o som de seu piano ao gosto popular que lhe valeu à glória de se tornar a primeira compositora popular do país. O sucesso de Chiquinha Gonzaga começou em 1877, com a polca "Atraente". A partir da repercussão de sua primeira composição impressa, Chiquinha resolveu se lançar no teatro de variedades. Estreou compondo a trilha da opereta de costumes "A Corte na Roça", de 1885.

Em 1899, Chiquinha conhece o músico português, João Batista Fernandes Lages, que vivia no Rio de Janeiro. Chiquinha com 52 anos e ele com apenas 16, começaram um relacionamento. Para não enfrentar o moralismo da época, Chiquinha registrou João Batista como seu filho. Viveram juntos e felizes, mas Chiquinha protegia sua privacidade.

Em 1934, aos 87 anos, Chiquinha Gonzaga escreveu a partitura da opereta "Maria". Chiquinha compôs as músicas de 77 peças teatrais, tornando-se responsável por cerca de 2.000 composições. Em 1897, todo o Brasil dançou sua estilização do corta-jaca, sob a forma de tango "Gaúcho", mais conhecido como "Corta-Jaca". Dois anos depois, compôs "Ó Abre Alas", a primeira marcha carnavalesca.

E foi cercada dessa glória que Chiquinha Gonzaga viveu em companhia de João Batista, até 28 de fevereiro de 1935, quando faleceu.
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                   Quarto de desejo






 

Quarto de despejo: Diário de uma favelada é um livro de 1960 escrito por Carolina Maria de Jesus. 1

A autora nasceu no estado de Minas Gerais em 14 de março de 1914,  mudando-se para a cidade de São Paulo em 1947.  Segundo consta, desde nova era interessada em leituras, tendo depois iniciado a escrita de um diário.1

Em 1960, um jornalista brasileiro chamado Audálio Dantas teria visistado a favela do Canindé, local onde vivia Maria de Jesus, e teria ficado encantado com a autora, que apesar de pobre demonstrava uma grande lucidez critica.1 2

No livro, 1 Maria de Jesus, uma favelada, escreve em seu diário o seu dia a dia nas comunidades pobres da cidade de São Paulo. Seu texto é considerado um dos marcos da escrita feminina no Brasil.  O livro foi traduzido em mais de treze linguas e as narrativas do diário ficam entre o ano de 1955 e 1960.

'"15 de julho de 1955. Aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu pretendia comprar um par de sapatos para ela."‘.

E termina com:

“1.º de janeiro de 1960. Levantei às 5 horas e fui carregar água.”
 
 
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O Papel da mulher na sociedade


 

Muito recentemente, a propaganda de televisão de uma grande marca mundial de automóveis tentava vender seu produto ilustrando a mudança do papel social da mulher. Uma jovem com trajes de executiva chegava a casa após um dia de trabalho e cumprimentava seu marido, o qual estava ocupado preparando a refeição da família. Para surpresa desse homem, que “comandava” a cozinha e cuidava de suas filhas, sua esposa o presentearia com um carro novo. A partir dessa cena, rapidamente aqui descrita, pode surgir a seguinte pergunta: esse comercial faria sentido décadas atrás? Certamente que não. Contudo, essa resposta carece de uma explicação menos simplista, e requer uma maior compreensão do que se chama de questões de gênero e papéis sociais.
Mulheres e homens ao longo de boa parte da história da humanidade desempenhavam papéis sociais muito diferentes. Mas do que se trata o papel social? Segundo a Sociologia, trata-se das funções e atividades exercidas pelo indivíduo em sociedade, principalmente ao desempenhar suas relações sociais ao viver em grupo. A vida social pressupõe expectativas de comportamentos entre os indivíduos, e dos indivíduos consigo mesmos. Essas funções e esses padrões comportamentais variam conforme diversos fatores, como classe social, posição na divisão social do trabalho, grau de instrução, credo religioso e, principalmente, segundo o sexo. Dessa forma, as questões de gênero dizem respeito às relações sociais e aos papéis sociais desempenhados conforme o sexo do indivíduo, sendo o papel da mulher o mais estudado e discutido dentro dessa temática, haja vista a desigualdade sexual existente com prejuízo para a figura feminina. Assim, enquanto o sexo da pessoa está ligado ao aspecto biológico, o gênero (ou seja, a feminilidade ou masculinidade enquanto comportamentos e identidade) trata-se de uma construção cultural, fruto da vida em sociedade. Em outras palavras, as coisas de menino e de menina, de homem e de mulher, podem variar temporal e historicamente, de cultura em cultura, conforme convenções elaboradas socialmente.
As diferenças sexuais sempre foram valorizadas ao longo dos séculos pelos mais diferentes povos em todo o mundo. Algumas culturas – como a ocidental – associaram a figura feminina ao pecado e à corrupção do homem, como pode ser visto na tradição judaico-cristã. Da mesma forma, a figura feminina foi também associada à ideia de uma fragilidade maior que a colocasse em uma situação de total dependência da figura masculina, seja do pai, do irmão, ou do marido, dando origem aos moldes de uma cultura patriarca lista e machista. Assim, esse modelo sugeria a tutela constante das mulheres ao longo de suas vidas pelos homens, antes e depois do matrimônio.
Aliás, o casamento enquanto ritual marcaria a origem de uma nova família na qual a mulher assumira o papel de mãe, passando das “mãos” de seu pai para as de seu noivo, como se vê no ato da cerimônia.
Mas como aqui já se abordou, se as noções de feminilidade e masculinidade podem mudar ao longo da história conforme as transformações sociais ocorridas, isto foi o que aconteceu na cultura ocidental, berço do modo capitalista de produção. Com o surgimento da sociedade industrial, a mulher assume uma posição como operária nas fábricas e indústrias, deixando o espaço doméstico como único lócus de seu trabalho diário. Se outrora a mulher deveria apenas servir ao marido e aos filhos nos afazeres domésticos, ou apenas se limitando às tarefas no campo – no caso das camponesas europeias, a Revolução Industrial traria uma nova realidade econômica que a levaria ao trabalho junto às máquinas de tear. Obviamente, não foram poucos os problemas enfrentados pelas mulheres, principalmente ao se considerar o contexto hostil de um regime de trabalho exaustivo no início do processo de industrialização e formação dos grandes centros urbanos.
Após um longo período de opressão e discriminação, a passagem do século XIX para o XX ficou marcada pelo recrudescimento do movimento feminista, o qual ganharia voz e representatividade política mais tarde em todo o mundo na luta pelos direitos das mulheres, dentre eles o direito ao voto. Essa luta pela cidadania não seria fácil, arrastando-se por anos. Prova disso está no fato de que a participação do voto feminino é um fenômeno também recente para a história do Brasil. Embora a proclamação da República tenha ocorrido em 1889, foi apenas em 1932 que as mulheres brasileiras puderam votar efetivamente. Esta restrição ao voto e à participação feminina no Brasil seria consequência do predomínio de uma organização social patriarcal, na qual a figura feminina estava em segundo plano. Mesmo com alguns avanços, ainda no início da segunda metade do século XX, as mulheres sofriam as consequências do preconceito e do status de inferioridade. Aquele modelo de família norte-americana estava em seu auge, em que a figura feminina era imaginada de avental e com bobs nos cabelos, no meio da cozinha, envolta por liquidificador, batedeira, fogão, entre outros utensílios domésticos. Seria apenas no transcorrer das décadas de 50, 60 e 70 que o mundo assistiria mudanças fundamentais no papel social da mulher, mudanças estas significativas para os dias de hoje. O movimento contracultura encabeçado por jovens (a exemplo do movimento Hippie) transgressores dos padrões culturais ocidentais outrora predominantes defendiam uma revolução e liberação sexual, quebrando tabus para o sexo feminino, não apenas em relação à sexualidade, mas também no que dizia respeito ao divórcio.
Como se sabe, o desenvolvimento de novas tecnologias para a produção requer cada vez menos o trabalho braçal, necessitando-se cada vez mais de trabalho intelectual. Consequentemente, criam-se condições cada vez mais favoráveis para a inserção do trabalho da mulher nos mais diferentes ramos de atividade. Ao estudar cada vez mais, as mulheres se preparam para assumir não apenas outras funções no mercado de trabalho, mas sim para assumir aquelas de comando, liderança, cargos em que antes predominavam o terno e a gravata. Essa guinada em seu papel social reflete não apenas nas relações de trabalhos em si, mas fundamentalmente nas relações sociais com os homens de maneira em geral. Isto significa que mudanças no papel da mulher requerem mudanças no papel do homem, o qual passa por uma crise de identidade ao ter de dividir um espaço no qual outrora reinava absoluto.
Mulheres com maior grau de escolaridade diminuem as taxas de natalidade (têm menos filhos), casa-se com idades mais avançadas, possuem maior expectativa de vida e podem assumir o comando da família como no exemplo da propaganda de automóvel citada. Obviamente, vale dizer que as aspirações femininas variam conforme seu nível de esclarecimento, mas também conforme a cultura em que a mulher está inserida.
Contudo, é preciso se pensar que mesmo com todas essas mudanças no papel da mulher, ainda não há igualdade de salários, mesmo que desempenhem as mesmas funções profissionais, ainda havendo o que se chama de preconceito de gênero. Além disso, a mulher ainda acaba por acumular algumas funções domésticas assimiladas culturalmente como se fossem sua obrigação e não do homem – funções de dona de casa. Da mesma forma, infelizmente a questão da violência contra a mulher ainda é um dos problemas a serem superados, embora a “Lei Maria da Penha” signifique um avanço na luta pela defesa da integridade da mulher brasileira.
Mas a pergunta principal vem à tona: qual o papel da mulher na sociedade atual? Pode-se afirmar que a mulher de hoje tem uma maior autonomia, liberdade de expressão, bem como emancipou seu corpo, suas ideias e posicionamentos outrora sufocados. Em outras palavras, a mulher do século XXI deixou de serem coadjuvante para assumir um lugar diferente na sociedade, com novas liberdades, possibilidades e responsabilidades, dando voz ativa a seu senso crítico. Deixou-se de acreditar numa inferioridade natural da mulher diante da figura masculina nos mais diferentes âmbitos da vida social, inferioridade esta aceita e assumida muitas vezes mesmo por algumas mulheres.
Hoje as mulheres não ficam apenas restritas ao lar (como donas de casa), mas comandam escolas, universidades, empresas, cidades e, até mesmo, países, a exemplo da presidenta Dilma Rousseff, primeira mulher a assumir o cargo mais importante da República. Dessa forma, se por um lado a inversão dos papéis sociais ilustrada pela campanha publicitária (citada no início do texto) de um automóvel está em dissonância com um passado não tão distante, por outro lado mostra os sinais de um novo tempo que já se iniciou. Contudo, avanços à parte, é preciso que se diga que as questões de gênero no Brasil e no mundo devem sempre estar na pauta das discussões da sociedade civil e do Estado, dadas a importância da defesa dos direitos e da igualdade entre os indivíduos na construção de um mundo mais justo.
Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas.


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  Educação um olhar feminino
 
 
 1- A historia da mulher é fundamental para se compreender a história, pois se relaciona a tudo a que envolve o ser humano, suas aspirações e realizações, suas vitorias a suas derrotas. As feministas dizem ser necessário estudar a mulher, caso contrário estudaríamos apenas metade humanidade.
 
2- Durante séculos a mulher foi retratada, de forma geral, como subordinada ao homem, vistas como objeto e propriedade dele.
 
3- Nas aprendizagens domésticas as meninas não recebiam nenhuma educação. Enquanto os meninos iam aos colégios, as meninas não recebiam nenhuma educação formal.
 
4- com a emancipação feminina, conquistadas através de muita luta, a educação feminina passou a ser uma das bandeiras do movimento feminista, visando despertar a mulher das trevas da escravidão e da ignorância.
 
5- No mundo 125 milhões de crianças não frequentam a escola e dois terços destes números são meninas.





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Entrevista com professores com dois pontos de trabalhos efetivos, que atuam no ciclo fundamental II e Ensino Médio, professora: A, com mais tempo de exercício efetivo  e professora: B, com menos  tempo de exercício efetivo, expondo seu ponto de vista sobre algumas questões relativas a educação em seu contexto em sala de aula.
 
 Quais os procedimentos eficazes que ajudam a desenvolver melhor o conhecimento do aluno em sala de aula?
 
Profª A: Para melhor desenvolver o conhecimento do aluno, há   de se considerar que , primeiramente , uma boa aula começa com entusiasmo. É dessa forma que se poderá despertar a curiosidade do aluno – fator essencial e ponto de partida para qualquer aprendizagem. Outra ferramenta poderosa e simples é esclarecer, inicialmente, ao aluno o motivo e a necessidade da aula, ou seja, de aprender o assunto dado em questão, oferecendo-lhe justificativas que os estimule a busca por si só novas informações. É relevante dizer, ainda, que a eficácia do conhecimento se dá a partir das vivências sociais e pessoais do aluno, daí a importância de considerar o seu conhecimento de mundo como ponto inicial para qualquer explicação (aprendizado).
 
Profª  B: Cabe  ao  educador  preparar  as  melhores  condições  para o  desenvolvimento de competências, isto é, em sua atividade ele não apenas transmite informações isoladas, mas apresenta  conhecimentos   contextualizados,  usa  estratégias  para  o  desenvolvimento de habilidades especificas, utiliza  linguagem adequada  e contextualizadas.
Bons recursos que podem ser utilizados são: Situações de Aprendizagem, Sequência Didática e  Pedagogia de Projetos.
 
 Como desenvolver  a  disciplina em sala de aula, para obter um melhor aproveitamento do aluno?
 
Profª A : Cada disciplina possui suas particularidades e, portanto, caberá ao professor dominar o conteúdo a que se propõe ministrar. Dessa forma, o mediador terá maior facilidade em encontrar bons procedimentos (mecanismos) didáticos se traçar um objetivo de aprendizagem. Saber de onde sair e para onde quer chegar é essencial para que a aula transcorra de forma eficaz. Vale registrar algumas técnicas de desenvolvimento como:
·         respeitar as diferentes habilidades dos alunos;
·         questioná-los frequentemente sobre o assunto em questão, alternando e aumentando o nível de dificuldade;
·         integrar  a essas  perguntas  diferentes  competências, agregando-lhes novos conhecimentos a cada questão;
·         estabelecer relações de sentido entre o conteúdo abordado e o cotidiano do aluno, estreitando  esses laços de aprendizagem.
 
Profª B : No primeiro dia de aula  o professor, juntamente com seus alunos, pode elaborar um contrato didático, cujo objetivo é regular as relações entre alunos , professor e o conhecimento
 
 Que tipo de recursos pode ajudar o aluno a desenvolver-se melhor em sala de aula?
 
Profª A:  O melhor recurso para ganhar e expandir o conhecimento é a leitura. Entretanto, é inegável que nos dias atuais, os recursos tecnológicos, como a internet, nos inspirem a novos procedimentos em sala de aula e ofereçam excelentes estratégias de trabalho para capturar a atenção do aluno. Navegar pela internet oferece ao aluno uma pluralidade de informações importantes, desde que bem monitoradas.
 
Profª B: O professor deve procurar meios de interessar sua turma por saberes não como algo em si mesmo, mas como ferramenta para compreender o mundo e agir sobre ele. O principal recurso do professor é a sua postura reflexiva, sua capacidade de observar, de regular, de inovar, de aprender com os outros, com os alunos, com a experiência, além disso, o professor deve saber identificar e modificar aquilo que dá ou tira o sentido aos saberes e às atividades escolares, saber criar e gerenciar situações problemas, identificar os obstáculos, entre outros saberes.
 
 
 Como o aluno deve ser avaliado e de que maneira isso pode afetar o seu conhecimento?
 
Profª A:  Todas as formas de avaliação são válidas desde que se tenha objetivo bem definido. A medida  que os alunos amadurecem, se faz necessário solicitar a eles que construam e defendam suas opiniões, utilizando-se de métodos que os façam se sentir desafiados. Provas orais, escritas, individuais ou em grupo são sempre bem-vindas para o aluno que pretende evoluir e ampliar suas noções de conhecimento. É evidente, pois, que o professor tenha discernimento para tais aplicações avaliativas, respeitando as diferentes habilidades dos alunos em tempos de tamanhas transformações sociais, pedagógicas e tecnológicas. O importante é “despertar cabeças”, levantar questões, fazer pensar, sensibilizar o aluno para a vida e para o mundo.
 
Profª B: O desenvolvimento do aluno é algo que deve ser avaliado dia a dia por meio da observação do professor. A avaliação é formativa e processual. É por meio desta que o professor identifica as dificuldades apresentadas pelos alunos, a fim de buscar melhores estratégias de ensino.
 
 Quais a maiores dificuldades encontradas em sala de aula?
 
Profª A: Em um mundo globalizado e cheio de rápidas transformações e diferenças sociais, resgatar, inicialmente, o aluno e da sua falta de perspectivas tem sido o maior desafio do professor.
 
Profª B:  A busca do professor em procurar maneiras de mobilizar o interesse dos alunos pelo conhecimento, para que possam vê-lo não apenas como necessários, mas também como fonte de prazer.
 
 Uma reflexão a ser considerada!
De acordo com as considerações onde o aluno deve ter entusiasmo, despertar a sua curiosidade, esclarecer motivos e a necessidade da aula, ter justificativas que estimulem a busca de novos conhecimentos deparamos com o desinteresse dos alunos, da indisciplina, a falta de conhecimento básico e também despreparos de alguns docentes tornando a educação básica na sala de aula com diversos comprometimentos. O que poderia ser feito para que se interessem  mais pela aula?, Que tipo de estratégia  de aula seria mais atrativa para o aluno?
Atualmente temos diversos recursos que podem ser aplicados em  aula, como Sala de Multimídia, Sala de Informática, Sala de Leitura, Biblioteca, além disso podemos ter aulas expositiva, atividades em grupo ou individuais, entre outros. Contamos com varias opções de aprendizagem, mas pouco são os que realmente se interessam,  qual a perspectivas que podemos ter em relação a esses alunos?
Além de todos os obstáculos enfrentados em sala de aula temos ainda que de qualquer modo avaliar o conhecimento desse aluno, tendo algumas ferramentas como provas escritas, trabalhos em grupos ou individuais, para poder conhecer qual o grau de conhecimento do aluno. De que maneira seria possível melhorar a avaliação do aluno?
As dificuldades em sala de aula são diversas onde temos alunos de diversos níveis sociais que dentro de sala formam diversos grupos onde cada um projeta o seu jeito de ser e de conviver com o próximo, alguma empatia sempre aparece seja de um lado como de outro temos que mediar às desavenças, para manter a harmonia em sala de aula. Além de objetos não pertinentes que atrapalham o andamento da aula como: celulares, tablete e ipad entre outros que não deveriam estar em sala de aula.
Tanto no fundamental II  como no ensino médio, temos dificuldades em fazer com que eles acompanhem o conteúdo de ensino o qual estão vinculados, pois chegam as respectivas series com uma defasagem muito aquém do deveria ser. Partimos do principio que nos primeiros anos devem ser mais bem instruídos e avaliados independentes de qual tipo de escola ele frequente seja publica ou privada. A qualidade do ensino deve ser mais bem elaborada e avaliada, pois estamos moldando crianças que serão futuros homens que terão uma participação muito ativa e importante na sociedade. Até que ponto estamos comprometido com a educação de nossas crianças hoje?